Apurado é o número oficial do TSE naquele momento. Projeção é a estimativa do resultado final: em cada estado, os votos já apurados mais os votos que faltam, estado a estado, somados.
Correção geográfica. As primeiras urnas não representam o estado: cidades pequenas fecham antes, capitais e Nordeste depois (no 1º turno, às 17:38, com 4,3% das seções, Flávio tinha 50,16%; terminou com 47,03%). O TSE publica quanto de cada município já foi apurado, então o painel reconstrói como o 1º turno estava nesses mesmos municípios e mede o swing real — quanto cada candidato está acima ou abaixo do 1º turno nos lugares já contados, limpo do efeito "interior primeiro". O swing é aplicado aos municípios que faltam, cada um partindo do seu próprio resultado do 1º turno.
Base de votos. Os válidos do 1º turno de 2026 em cada município (mesmo eleitorado, três semanas antes), ajustados pelo comparecimento observado até ali. Estados sem nenhuma urna apurada recebem o 1º turno deslocado pelo swing nacional dos estados que já começaram.
Probabilidade. 20 mil simulações: os votos que faltam em cada estado são sorteados com um choque nacional (as urnas que faltam se movem juntas) e um choque próprio do estado, maiores quanto menos apurado. A probabilidade é a fração das simulações em que o candidato termina na frente. Com a vantagem apurada maior que tudo o que ainda pode entrar, está matematicamente definido.
Swing na tabela: diferença, em pontos, entre a parcela projetada e a divisão do 1º turno só entre os dois (votos dos outros candidatos ignorados). "1ºT nos mesmos locais" é a parcela que o candidato tinha no 1º turno nos municípios já apurados — compare com o "agora" para ver o swing bruto.